Artigos
Boas práticas para a medição de cores
 
Validação do procedimento

Para verificar o procedimento adotado , faça a medição da amostra e armazene como “padrão”, a seguir meça novamente como “amostra”. O ideal é que a diferença de cor (Delta E*ab) entre essas medições seja de no máximo 20% do valor adotado para a tolerância. Caso a variação entre a medição de uma mesma amostra seja maior do que este percentual sobre a tolerância,  então é provável que o procedimento não seja preciso ou consistente.
A implantação de um controle de qualidade de cores passa pela padronização da preparação e medição das amostras. Em outras palavras os usuários responsáveis pelo controle sempre deverão seguir o mesmo procedimento de preparação e medição da amostra pelo instrumento. Um alto nível de precisão e consistência ao medir a cor de suas amostras é assegurado pelo correto procedimento padrão a ser estabelecido.
• Mantenha sempre a mesma condição de espessura e tamanho da amostra. No caso de amostras líquidas, pó ou pastas padronize a mesma quantidade de amostra para cada medição.

• A temperatura da amostra influencia a cor na grande maioria dos casos, se a amostra é fabricada em temperaturas elevadas, então aguarde até que chegue a temperatura ambiente para então medí-la. Caso tenha necessidade de medir a uma determinada temperatura específica, então meça o padrão nestas mesmas condições.

• Sempre que possível faça as medições em temperatura ambiente controlada, em torno de 25ºC.

• Tome cuidado com a limpeza da amostra, remova eventuais sujidades pois pequenas manchas ou marcas de gordura dos dedos vão influenciar o resultado da medição.

• Caso a amostra não seja totalmente opaca, ou seja, caso a luz emitida pelo instrumento passe sobre a amostra, então utilize sempre um fundo padrão, uma cerâmica branca por exemplo. Neste caso tome cuidado redobrado com a espessura da amostra a qual deve ser padronizada. E caso a amostra possa ser dobrada, como um tecido, padronize o número de dobras até que a luz do instrumento não passe pela mesma.

• Antes de medir a amostra deixe o instrumento nivelado com a mesma para que a luz emitida pelo mesmo não escape pelas laterais ou frestas. Se possível utilize sempre uma superfície plana. Ao realizar a medição garanta que o instrumento esteja em contato com a amostra.

• Caso a amostra seja de grande dimensão ou seja necessário aumentar a precisão das medidas em função de diferenças na própria amostra, então faça uma média de 3 a 5 leituras para cada medição.  Em amostras grandes padronize a localização dos pontos de medição.

• Sempre que possível utilize como padrão de cor o mesmo material e formato que será utilizado para medir as amostras.

• Documente os procedimentos adotados e compartilhe com todos os envolvidos, inclusive  entre clientes ou fornecedores.

 
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Boas práticas para a medição de cores

A implantação de um controle de qualidade de cores passa pela padronização da preparação e medição das amostras. Em outras palavras os usuários responsáveis pelo controle sempre deverão seguir o mesmo procedimento de preparação e medição da amostra pelo instrumento. Um alto nível de precisão e consistência ao medir a cor de suas amostras é assegurado pelo correto e padronizado procedimento padrão a ser estabelecido.
• Mantenha sempre a mesma condição de espessura e tamanho da amostra. No caso de amostras líquidas, pó ou pastas padronize a mesma quantidade de amostra para cada medição.

• A temperatura da amostra influencia a cor na grande maioria dos casos, se a amostra é fabricada em temperaturas elevadas, então aguarde até que chegue a temperatur aambiente para então medí-la. Caso tenha necessidade em medir a uma determinada temperatura específica, então meça o padrão nestas mesmas condições.

• Sempre que possível faça as medições em temperatura ambiente controlada, na média de 25ºC.

• Tome cuidado com a limpeza da amostra, remove eventuais sujidades pois pequenas manchas ou marcas de gordura dos dedos vão influenciar o resultado da medição.

• Caso a amostra seja translúcida utilize sempre um fundo padrão, uma cerâmica branca por exemplo. Neste caso tome cuidado redobrado com a espessura da amostra a qual deve ser padronizada. E caso a amostra possa ser dobrada, como um tecido, padornize o numero de dobras até que a luz do instrumento não passe pela mesma.

• Antes de medir a amostra deixe o instrumento nivelado com a mesma para que a luz emitida pelo mesmo não escape pelas laterais ou frestas. Se possível utilize sempre uma superfície plana. Ao realizar a medição garanta que o instrumento esteja em contato com a amostra.

• Caso a amostra seja de grande dimensão ou seja necessário aumentar a precisão das medidas em função de diferenças na própria amostra, então faça uma média de 3 a 5 leituras para cada medição.  Em amostras grandes padronize a localização dos pontos de medição.

• Sempre que possível utilize como padrão de cor o mesmo material e formato que será utilizado para medir as amostras.

• Documente os procedimento adotados e compartilhe com todos os envolvidos, inclusive  entre clientes ou fornecedores.

Validação do procedimento

Para verificar o procedimento adotado , faça a medição da amostra e armazene como “padrão”, a seguir meça novamente como “amostra”. O ideal é que a diferença de cor (Delta E*ab) entre essas medições seja de no máximo 25% do valor adotado para a tolerância. Caso a variação entre a medição de uma mesma amostra seja maior do que este percentual sobre a tolerância,  então é provável que o procedimento não seja preciso ou consistente.
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Boas práticas para a medição
de cores

A implantação de um controle de qualidade de cores passa pela padronização da preparação e medição das amostras. Em outras palavras os usuários responsáveis pelo controle sempre deverão seguir o mesmo procedimento de preparação e medição da amostra pelo instrumento. Um alto nível de precisão e consistência ao medir a cor de suas amostras é assegurado pelo correto e padronizado procedimento padrão a ser estabelecido.
• Mantenha sempre a mesma condição de espessura e tamanho da amostra. No caso de amostras líquidas, pó ou pastas padronize a mesma quantidade de amostra para cada medição.

• A temperatura da amostra influencia a cor na grande maioria dos casos, se a amostra é fabricada em temperaturas elevadas, então aguarde até que chegue a temperatur aambiente para então medí-la. Caso tenha necessidade em medir a uma determinada temperatura específica, então meça o padrão nestas mesmas condições.

• Sempre que possível faça as medições em temperatura ambiente controlada, na média de 25ºC.

• Tome cuidado com a limpeza da amostra, remove eventuais sujidades pois pequenas manchas ou marcas de gordura dos dedos vão influenciar o resultado da medição.

• Caso a amostra seja translúcida utilize sempre um fundo padrão, uma cerâmica branca por exemplo. Neste caso tome cuidado redobrado com a espessura da amostra a qual deve ser padronizada. E caso a amostra possa ser dobrada, como um tecido, padornize o numero de dobras até que a luz do instrumento não passe pela mesma.

• Antes de medir a amostra deixe o instrumento nivelado com a mesma para que a luz emitida pelo mesmo não escape pelas laterais ou frestas. Se possível utilize sempre uma superfície plana. Ao realizar a medição garanta que o instrumento esteja em contato com a amostra.

• Caso a amostra seja de grande dimensão ou seja necessário aumentar a precisão das medidas em função de diferenças na própria amostra, então faça uma média de 3 a 5 leituras para cada medição.  Em amostras grandes padronize a localização dos pontos de medição.

• Sempre que possível utilize como padrão de cor o mesmo material e formato que será utilizado para medir as amostras.

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