Artigo
Geometrias ópticas
A reflexão da luz sobre a amostra é dividida basicamente em reflexão especular e difusa.
A cor é medida através da reflexão da luz, dentro do espectro visível (400nm a 700nm). Ou seja, a cor percebida no objeto é gerada pelo comprimento de onda que foi refletido, que é exatamente o oposto do que foi absorvido pelo objeto.

Neste artigo vamos abordar as geometrias ópticas utilizadas nos colorímetros e espectrofotômetros, que nada mais são do que padronizações sobre como iluminar uma amostra e sobre o ângulo de posicionamento da visão sobre a amostra.

Todos nós já tivemos a experiência de analisar uma amostra sobre diferentes ângulos e perceber que este posicionamento intefere diretamente na percepção visual da cor. Assim também ocorre nos equipamentos de medição de cor e, por isso, a definição da geometria do equipamento é vital para o sucesso da aplicação.
A geometria 45/0°, ou seja, a fonte de luz fica a 45° em relação ao sensor que está a 0° em relação a amostra.

Para medir o brilho há uma fonte de luz a 60° e o sensor posicionado em 60° de forma oposta.

Trata-se portanto de uma configuração extremamente versátil para o controle de qualidade de cores em indústrias e também aplicações científicas e acadêmicas.
A geometria d/0° ou d/8° possui uma esfera integradora de luz e faz medições chamadas SCI, ou seja, com a especular inclusa ou SCE, com a especular excluída.
Reflexão especular
Ocorre quando o ângulo de incidência é igual ao ângulo de reflexão. Quanto mais lisa a superfície maior será a quantidade de reflexão especular. A reflexão especular é o brilho da amostra, onde os raios luminosos refletidos contém a maior intensidade.











Reflexão difusa
É composta pelos raios refletidos em diferentes ângulos. Embora a luz atinja a amostra na mesma incidência há reflexão em ângulos diferentes porque o ângulo da normal muda ao longo da superfície. O ângulo de reflexão continua sendo igual ao de incidência, mas eles são refletidos em diferentes ângulos copiando a textura da superfície. Esse tipo de reflexão contém a informação da cor do material.
Esta é a geometria específica para a medição de revestimento com efeitos metalizados ou perolizados.

São cores que apresentam características diferentes de acordo com o ângulo de visualização, por isto a necessidade de medir em mais ângulos.

É a geometria ideal para a indústria automotiva. Uma fonte de luz ilumina a amostra a 45° e seis sensores posicionados em ângulos normatizados realizam a leitura da cor.

O sensor posicionado a 45° identifica a face da cor, já a 110° temos o resultado flop e a 15° são medições próximos a especular (brilho), linha tracejada, sendo que o ângulo de -15° mede o resultado caracterizado como atrás do brilho.
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A reflexão da luz sobre a amostra é dividida basicamente em reflexão especular e difusa.
A cor é medida através da reflexão da luz, dentro do espectro visível (400nm a 700nm). Ou seja, a cor percebida no objeto é gerada pelo comprimento de onda que foi refletido, que é exatamente o oposto do que foi absorvido pelo objeto.

Neste artigo vamos abordar as geometrias ópticas utilizadas nos colorímetros e espectrofotômetros, que nada mais são do que padronizações sobre como iluminar uma amostra e sobre o ângulo de posicionamento da visão sobre a amostra.

Todos nós já tivemos a experiência de analisar uma amostra sobre diferentes ângulos e perceber que este posicionamento intefere diretamente na percepção visual da cor. Assim também ocorre nos equipamentos de medição de cor e, por isso, a definição da geometria do equipamento é vital para o sucesso da aplicação.
A geometria 45/0°, ou seja, a fonte de luz fica a 45° em relação ao sensor que está a 0° em relação a amostra.

Para medir o brilho há uma fonte de luz a 60° e o sensor posicionado em 60° de forma oposta.

Trata-se portanto de uma configuração extremamente versátil para o controle de qualidade de cores em indústrias e também aplicações científicas e acadêmicas.
Reflexão especular
Ocorre quando o ângulo de incidência é igual ao ângulo de reflexão. Quanto mais lisa a superfície maior será a quantidade de reflexão especular. A reflexão especular é o brilho da amostra, onde os raios luminosos refletidos contém a maior intensidade.














Reflexão difusa
É composta pelos raios refletidos em diferentes ângulos. Embora a luz atinja a amostra na mesma incidência há reflexão em ângulos diferentes porque o ângulo da normal muda ao longo da superfície. O ângulo de reflexão continua sendo igual ao de incidência, mas eles são refletidos em diferentes ângulos copiando a textura da superfície. Esse tipo de reflexão contém a informação da cor do material.
A geometria d/0° ou d/8° possui uma esfera integradora de luz e faz medições chamadas SCI, ou seja, com a especular inclusa ou SCE, com a especular excluída.
Esta é a geometria específica para a medição de revestimento com efeitos metalizados ou perolizados.

São cores que apresentam características diferentes de acordo com o ângulo de visualização, por isto a necessidade de medir em mais ângulos.

É a geometria ideal para a indústria automotiva. Uma fonte de luz ilumina a amostra a 45° e seis sensores posicionados em ângulos normatizados realizam a leitura da cor.

O sensor posicionado a 45° identifica a face da cor, já a 110° temos o resultado flop e a 15° são medições próximos a especular (brilho), linha tracejada, sendo que o ângulo de -15° mede o resultado caracterizado como atrás do brilho.
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Geometrias ópticas
A reflexão da luz sobre a amostra é dividida basicamente em reflexão especular e difusa.
A cor é medida através da reflexão da luz, dentro do espectro visível (400nm a 700nm). Ou seja, a cor percebida no objeto é gerada pelo comprimento de onda que foi refletido, que é exatamente o oposto do que foi absorvido pelo objeto.

Neste artigo vamos abordar as geometrias ópticas utilizadas nos colorímetros e espectrofotômetros, que nada mais são do que padronizações sobre como iluminar uma amostra e sobre o ângulo de posicionamento da visão sobre a amostra.

Todos nós já tivemos a experiência de analisar uma amostra sobre diferentes ângulos e perceber que este posicionamento intefere diretamente na percepção visual da cor. Assim também ocorre nos equipamentos de medição de cor e, por isso, a definição da geometria do equipamento é vital para o sucesso da aplicação.
A geometria 45/0°, ou seja, a fonte de luz fica a 45° em relação ao sensor que está a 0° em relação a amostra.

Para medir o brilho há uma fonte de luz a 60° e o sensor posicionado em 60° de forma oposta.

Trata-se portanto de uma configuração extremamente versátil para o controle de qualidade de cores em indústrias e também aplicações científicas e acadêmicas.
A geometria d/0° ou d/8° possui uma esfera integradora de luz e faz medições chamadas SCI, ou seja, com a especular inclusa ou SCE, com a especular excluída.
Reflexão especular
Ocorre quando o ângulo de incidência é igual ao ângulo de reflexão. Quanto mais lisa a superfície maior será a quantidade de reflexão especular. A reflexão especular é o brilho da amostra, onde os raios luminosos refletidos contém a maior intensidade.











Reflexão difusa
É composta pelos raios refletidos em diferentes ângulos. Embora a luz atinja a amostra na mesma incidência há reflexão em ângulos diferentes porque o ângulo da normal muda ao longo da superfície. O ângulo de reflexão continua sendo igual ao de incidência, mas eles são refletidos em diferentes ângulos copiando a textura da superfície. Esse tipo de reflexão contém a informação da cor do material.
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